Texto sem sentido sobre nada

Chegando em casa me deparo com esquilos saltitantes correndo em direção a fábrica de enfeites natalinos.
-Hei seus esquilos caolhos por que vocês não vão andar de bicicleta? Disse eu…
Mas não… Esse tipo de animal é um tanto quanto complicado. Minha mãe sempre dizia:
-Não vá se envolver com esquilos meu filho, eles são sempre medonhos…
Eu não me importava, pois pelo caminho das rochas eu conseguia facilmente encontrar com o esquadrão anti-bolachas, sim… Eles mesmos com aquela cara de que é seu amigo, mas sempre roubando as bolinhas de gude de quem surgisse na sua frente. Malvados? Não! Eram apenas amigos das doninhas, essas sim eram terríveis, sempre andando pra lá e pra cá, com um balde de cimento na mão esperando a chuva de meteoros que invadira a cidade em 1988. Lembro de como se fosse ontem, todas aquelas luzes piscando, os sacis pulando, e as formigas fazendo cara de poucos amigos foram, bons tempos aqueles… A vida era fácil na cidade, mas de uma estranha maneira eu preferia o campo, lá sim havia liberdade, os pássaros podiam andar de bicicleta sem serem incomodados… Eu brincava com fogo e não fazia pipi na cama, ta bom… Às vezes eu fazia, mas era só quando os ursos panda não vinham brincar de morto-vivo comigo, eles eram safados, sempre com aquela roupa preta e branca fazendo musculação para colocar o seu corpo gordo em forma, mas um dia eu saí correndo… E não olhei para trás, não adiantou gritarem “O macarrão esta queimando” eu não voltei! Em fim me libertei daquelas malditas cabeças de alhos, foi muito trabalhoso, pois não tinha mais meus óculos escuros que foram roubados pelos grilos adestrados do Pará.
Depois de um tempo aprendi que não se deve gritar “Ahhhhhhh, cadê o espinafre!!!!!!” em meio a uma multidão de hipopótamos. E como já dizia a dona Julcinéia, a pobre velha que morava em um iglu próximo a estação de tratamento de água… Pobre dona Julcéia vivia feliz com seus 23 calos no pé direito, pena que agora ela não pode mais voar. Ela está se recuperando do trauma, não gosta de conversar muito, o máximo que ouvi dela até hoje foi: “A vida é igual um dente preto que caiu em uma panela de água fervendo cheia de mariscos radioativos”.
Ps: Não usei nenhum tipo de drogas para escrever o texto!
Postado por: Glauber
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