
Talvez sem criatividade, ou talvez sem coordenação motora, Diff um menino muito feliz, mas sem um pé de seu tênis vermelho, busca uma inaudível forma de se deparar com monstros escondidos no subsolo do teto de sua casa.
Sua jornada começa quando se depara com duas borboletas semi-coloridas vestidas com calças estampadas de zebra, elas o olham de uma maneira indiferente, talvez com um pingo de desconfiança, mas com um belo sorriso sem dentes. Ao se deparar com esta normalidade estranha, Diff resolve ir comprar pão, pois já estava atrasado para o seu jogo semanal de cricket, jogo o qual era quase uma religião, sempre roubava o dinheiro, sempre falava de coisas inexistentes e invisíveis, e tinha muitos seguidores fanáticos, ele usava bem a sua lábia, pois mesmo com 10 anos de idade a sua mentalidade já se equivalia a de uma galinha sem uma perna. O tempo passa, mas Diff continua o mesmo, colocando sempre o pó de café em uma vasilha sem tampa, correndo sem saber o caminho ele chega até uma grande casa com portas de madeiras e grandes janelas, a casa era de um azul cor de gato morto dentro de um saco após um atropelamento em uma avenida movimentada. Quando Diff viu a casa, ele não resistiu pensou em entrar e foi embora para a praia de onde nunca deveria ter saído, lá Diff era feliz morava em um iglu com sua namorada e seus únicos três pais, não tinha irmãos não tinha mães, não tinha um velocípede com velocidade supersônica, talvez por isso não fosse tão feliz, pois qualquer pessoa não será feliz enquanto não possuir um velocípede com velocidade supersônica, mas Diff não era qualquer pessoa ele batalhava por qualquer coisa que desejasse, com seu escudo e sua espada dos Thunder Cats ele era invencível, já havia lutado contra formigas, dinossauros, contra um ventilador maléfico que possuía apenas três olhos (os normais possuem 4), a sua verdadeira demonstração de força, poder e fracasso, foi quando enfrentara uma pequena Paçoquinha, doce raivosa e sem modos algum… Diff foi facilmente derrotado por ela e para o triste fim de nossa historia ele morreu de overdose durante a luta…
Este fato ficou marcado nas linhas do Word de um computador velho durante muito tempo até que foi transcrito de forma imbecil por esta pessoa que se intitula dono de um blog idiota, nenhuma das partes envolvidas concordaram com a transcrição deste texto, e até hoje rola um processo judicial contra o dono da instituição chamada Bestas-Anonimas, dono o qual foi ao banheiro e nunca mias voltou, e também não possui velocípede com velocidade supersônica!

Postado por: Glauber

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Textos

Cansado da sua vida monótona cercado de guepardos que sempre reclamavam de dores lombares, o nosso amigo Cara de Fuinha resolve interagir com gângsters, mas como já era previsível essa interação foi completamente falha devido ao mau hálito matinal e seu tênis de borboletas azuis. Frustrado mais uma vez com a vida Cara de Fuinha tenta encontrar novos horizontes…
-Se a vida é difícil com chicletes imaginem sem paçoquinha? Dizia ele…
Buscou refugio nos vales secretos da Caxemira, lutou contra dragões, bolachas e bicicletas. Bicicletas… Essas eram terríveis… Sempre com duas rodas e um banquinho, aterrorizando quem e o que aparecesse na frente. Mas ainda não era esse o sentido da vida que Cara de Fuinha procurava, ele queria mais, ele queria ser um ornitorrinco. A tarefa não era fácil, ele vagou por cavernas durante anos até chegar em um supermercado, comprou 2 litros de óleo e foi embora, queria agradar sua mãe, queria ser alguém de respeito, alguém que compra óleo!
A vida de Cara de Fuinha se modificou, ele começou a usar óculos e a dormir de tênis, dormiu de tênis até as abelhas partirem, foi uma triste despedida, vivendo sozinho com apenas trinta e cinco filhos e dois gatos, sendo um gato preto e outro verde limão, Cara de Fuinha entra no mundo das drogas comendo pipoca com refrigerante sem gás todos os dias, ele resolve partir mais uma vez em busca de ajuda, em meio a sua jornada errante nosso amigo se depara com o velho sábio Bêbado da Rua que deu apenas UM ÚNICO conselho que talvez seja esse, todo o verdadeiro sentido deste texto imbecil:
“Nunca ande de patins vestido de bela adormecida” e também “Não corra de boca cheia” e “Não olhe para frente enquanto bocejar” e “Se um sapo lhe perguntar que horas são… Minta!”.
Ps: Volto a informar que meu envolvimento com drogas durante o processo de criação deste texto foi zero!