
Cansado da sua vida monótona cercado de guepardos que sempre reclamavam de dores lombares, o nosso amigo Cara de Fuinha resolve interagir com gângsters, mas como já era previsível essa interação foi completamente falha devido ao mau hálito matinal e seu tênis de borboletas azuis. Frustrado mais uma vez com a vida Cara de Fuinha tenta encontrar novos horizontes…
-Se a vida é difícil com chicletes imaginem sem paçoquinha? Dizia ele…
Buscou refugio nos vales secretos da Caxemira, lutou contra dragões, bolachas e bicicletas. Bicicletas… Essas eram terríveis… Sempre com duas rodas e um banquinho, aterrorizando quem e o que aparecesse na frente. Mas ainda não era esse o sentido da vida que Cara de Fuinha procurava, ele queria mais, ele queria ser um ornitorrinco. A tarefa não era fácil, ele vagou por cavernas durante anos até chegar em um supermercado, comprou 2 litros de óleo e foi embora, queria agradar sua mãe, queria ser alguém de respeito, alguém que compra óleo!
A vida de Cara de Fuinha se modificou, ele começou a usar óculos e a dormir de tênis, dormiu de tênis até as abelhas partirem, foi uma triste despedida, vivendo sozinho com apenas trinta e cinco filhos e dois gatos, sendo um gato preto e outro verde limão, Cara de Fuinha entra no mundo das drogas comendo pipoca com refrigerante sem gás todos os dias, ele resolve partir mais uma vez em busca de ajuda, em meio a sua jornada errante nosso amigo se depara com o velho sábio Bêbado da Rua que deu apenas UM ÚNICO conselho que talvez seja esse, todo o verdadeiro sentido deste texto imbecil:
“Nunca ande de patins vestido de bela adormecida” e também “Não corra de boca cheia” e “Não olhe para frente enquanto bocejar” e “Se um sapo lhe perguntar que horas são… Minta!”.
Ps: Volto a informar que meu envolvimento com drogas durante o processo de criação deste texto foi zero!

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